Mulheres, sejam humildes!

É necessário admitir: as mulheres dependem dos homens; são ajudantes dos homens, como está em Gênesis. Não possuem a força física masculina, muito menos sua capacidade de raciocínio, nem mesmo a frieza argumentativa em uma discussão.

Não adianta querer igualar, pois isso é frustrante. As mulheres têm o universo do lar e da família para reinar, mas foram enganadas por mulheres frustradas (i.e., feministas), pela ilusão de que o mundo dos homens “é mais legal”, ou ainda pela falsa ideia de que seriam “escravas do lar”.

O mundo masculino não é legal. É duro, penoso, pesado. E, nesse mundo, distinguem-se dois tipos de homens: os bons e os canalhas; ou, para ilustrar melhor, os cães e os lobos. Cães e lobos se parecem, mas estes são predadores, e aqueles, protetores.

O lobo não gosta da mulher; vê-a como um ser inferior. Zomba dela, humilha-a, expõe-na a situações constrangedoras. Não está nem aí; afinal, o que uma mulher pode fazer? Medida protetiva? Leis absurdas em um sistema judiciário saturado? Até o lobo ser preso — se for — o estrago já foi feito.

Contudo, o lobo teme o cão. Este lhe faz frente, sacrifica-se, se necessário for, e é o único capaz de fazê-lo recuar. Ou seja, a mulher só está realmente protegida quando um homem bom está ao seu lado. E, para isso, são necessárias algumas coisas.

Em resumo, é necessário ser uma boa mulher. Boas mães ensinavam às suas filhas que os homens veem dois tipos de mulheres, as para casar e as para usar; por isso, a mulher deve ser sempre alguém para casar, pois são estas que os cães procuram. Eis a boa e velha decência, exterior e interior, que as mulheres frustradas não suportam.

Mulher não é objeto

É curioso notar que as feministas pregam que a mulher pode ser qualquer coisa, ao mesmo tempo em que afirmam que ela não pode ser dona de casa (veja em Simone de Beauvoir, O Segundo Sexo). Pregam também que a mulher pode se vestir do jeito que lhe aprouver, por mais vulgar que seja, mas depois se queixam das consequências dos próprios atos.

Um conselho para as mulheres ditas “femininas”: uma mulher não precisa estar impecavelmente alinhada para ser feminina. Ela não precisa estar com o cabelo em dia, maquiagem impecável e salto alto. Esse é justamente o argumento que as “frustradas” usam para corromper meninas inseguras com a própria aparência.

Ser uma boa mulher não consiste apenas em modéstia no vestir, mas também em recato interior. Não chamar atenção, porque isso sempre será negativo. Santo Tomás de Aquino ecoa São Paulo Apóstolo ao proibir as mulheres do ensino público: os lobos não aceitam ser ensinados por quem consideram “inferior” e sempre a verão como objeto.

E para que o ensino público, se, no lar, cercada de cães, a mulher pode instruir e inspirar a todos sem risco?

Sororidade feminina não existe

Outra ilusão pregada é a da suposta “sororidade feminina”, na qual mulheres ajudariam outras mulheres simplesmente por serem mulheres. Essa ideia é relativamente válida entre os homens: em espírito de matilha, eles conseguem se unir para resolver um problema, ainda que sejam completos desconhecidos entre si.

Entre as mulheres, contudo, ocorre o oposto: se a farinha é pouca, ela é de uma só. Quantos relatos de mulheres atraiçoadas por outras mulheres são ouvidos todos os dias por cães — e também por lobos! A colega é amiga até surgir uma disputa por um salário maior, por uma bolsa de estudos ou até mesmo pela atenção em um evento importante.

Aquele velho ditado “mulheres se vestem para outras mulheres” exprime bem isso: são elas que disputam entre si quem está melhor vestida, ou quem exibe o corpo mais bem esculpido, por exemplo, nas academias. Os cães se afastam porque é justamente esse tipo de mulher que acusa injustamente para benefício próprio.

Enfim…

É isso o que se vê na realidade brasileira hodierna: homens que ignoram mulheres, mesmo quando estas necessitam de ajuda; escalonamento de leis misândricas, que apenas atiçam criminosos a serem cada vez mais estúpidos com as mulheres (a proibição soa como convite, afinal); mulheres que não conseguem enxergar outras como seres humanos, recusando-se a aceitar o sucesso daquelas que julgam “inferiores”.

As mulheres precisam ser humildes, reconhecer as próprias limitações. Redescobrir a modéstia e o recato, virtudes naturalmente femininas, que os bons homens admiram e pelas quais se sacrificam.

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